domingo, 29 de maio de 2016

Renovação de parceria com a Editora Gente e Única

 Olá pessoal, tudo bem? O post de hoje é só para contar que o blog Pétalas de Liberdade teve sua parceria  renovada com a Editora Gente e seu selo de ficção Única.

 Um pouco sobre elas:


 A Editora Gente tem como maior objetivo contribuir com o desenvolvimento humano, por isso dedica-se a publicações nas áreas de autoajuda, educação e gestão. Estamos no mercado desde 1984 e temos o orgulho de ocupar um espaço destacado no mercado editorial brasileiro.

 A Única Editora trabalha nosso selo de ficção, e entra no mercado editorial brasileiro com a missão de provocar experiências. Queremos apresentar histórias para serem vividas pelo leitor, e apresentar personagens – reais ou não – que oferecem mais do que suas próprias vidas, que oferecem suas essências.






 Para saber mais sobre a Gente e a Única, é só acessar o site: www.editoragente.com.br.

 Para conferir resenhas e outras informações de livros das editoras já postadas no blog, é só clicar aqui.

Até o próximo post!

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sábado, 28 de maio de 2016

Novidades e lançamentos da Primavera Editorial



 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje, venho mostrar alguns livros lançados recentemente pela Primavera Editoral e outras novidades da editora, que eu ainda não tinha tido tempo de mostrar para vocês. Confiram:


 Lançamento de maio:


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Promoção de Dia dos Namorados na Bookstart

 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje, venho mostrar para vocês a promoção especial da Bookstart para o Dia dos namorados:


 Entre os dias 25 de maio e 05 de junho, os primeiros  100 apoios na plataforma da Bookstart, com valor superior a R$ 35,00, terão como recompensa um kit exclusivo composto por jogo do namoro e Cards para comemorar essa data especial. Isso  mesmo! Cada pessoa que apoiar as campanhas, irá receber um super jogo para comemorar o dia dos namorados de forma especial.

 Caso alguém ainda não saiba, a Bookstart é uma editora diferente, onde a publicação é custeada através do financiamento coletivo. Para os leitores, é uma espécie de pré-venda: o leitor acessa a plataforma no link https://goo.gl/8jnz9S , escolhe a campanha do livro que quer adquirir e em qual "pacote", faz o pagamento e recebe o livro quando for lançado ao final da campanha. 

 Há também uma livraria onde é possível comprar os livros com campanhas finalizadas e já lançados pela Bookstart, mas somente os livros em  campanha na plataforma estão participando da promoção de Dia dos Namorados. Clique aqui para aproveitar!


Até o próximo post!

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Promoção Ler Editorial: que tal ganhar um livro?

 Olá pessoal, tudo bem? No post de hoje, venho mostrar para vocês uma promoção bem legal da Ler Editorial: na compra de dois livros, você ganha mais um! Mas aproveitem, que é só até dia 28, sábado.


 Acesse a loja virtual no link: www.lereditorial.com/#!loja-virtual/c16k0.

Até o próximo post!

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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Resenha: livro "Distância de resgate", Samanta Schweblin

Olá pessoal, tudo bem? O livro da resenha de hoje é "Distância de resgate", romance de estreia  da argentina Samanta Schweblin, publicado no Brasil pela Editora Record.

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 "Distância de resgate" deu à Samanta  o prêmio Tigre Juan em 2015.O fato de ter sido premiado, o título curioso e a capa com cores fortes me fizeram querer ler a obra, e agora tenho a difícil missão de resenhá-la para vocês. Difícil, pois é uma daquelas obras em que tenho apenas as minhas interpretações e não certezas, que podem ser diferentes das interpretações de outros leitores.

 "Fico pensando se poderia acontecer comigo o que aconteceu com Carla. Sempre penso no pior. Agora mesmo estou calculando quanto demoraria para sair correndo do carro e chegar até Nina, se ela corresse de repente para a piscina e se atirasse. A isso dou o nome de 'distância de resgate', que é como chamo a distância variável que me separa de minha filha, embora sempre arrisque mais do que deveria." (página 22)

 No livro conheceremos Amanda, que foi passar as férias numa cidade do interior com sua pequena filha, Nina. Nessa cidade, Amanda conheceu Carla, uma moradora local, e elas se tornaram amigas instantaneamente, a ponto de Carla se abrir com ela.

 Carla se sentia dividida entre a culpa e a certeza de ter feito o que tinha que fazer. Algum tempo atrás, David, seu filho, ficou doente. Não havia recursos médicos na cidade, e Carla apelou para uma curandeira, que disse que a única maneira de salvar o garoto era fazendo um ritual onde a alma dele seria dividida em duas, assim David poderia continuar vivendo com Carla, mas um garoto com meia alma não é um garoto como todos os outros, o que Carla acabou confirmando e passando a não saber lidar com o próprio filho.

 "Às vezes, acordávamos de madrugada, e David não estava no quarto nem em nenhum outro lugar da casa, e isso deixava Omar louco. Acho que ficava assustado. (...) Nas primeiras vezes saíamos para procurá-lo. (...) Uma vez, antes de sair, Omar pegou uma faca e eu não disse nada." (página 90)

 A história acaba assustando Amanda, que está sempre tentando manter sua filha em segurança, numa distância suficiente para um possível resgate, e ela decidi ir embora daquela cidade. Mas será que daria tempo? Será que haveria salvação para sua família ou já seria tarde demais? Será que a distância de resgate já havia sido ultrapassada sem que ela percebesse?

 O livro é narrado por Amanda, onde ela vai descrevendo o que está vendo, e o que é um pouco perturbador: em alguns momentos, é David que narra, que conta as coisas para Amanda, tenta direcioná-la para o que é importante, mas não é o David que mora na casa de Carla, é um outro David, que parece não estar no mesmo plano físico que os demais.

 Não há capítulos nem pausas durante a narrativa, e foi uma leitura fluida apesar da temática diferente, eu fui lendo com os olhos grudados em cada palavra, tentando descobrir o que viria a seguir e o que realmente estava acontecendo. É um livro bom, uma espécie de thriller psicológico, que prende o leitor, que não diz tudo claramente, fazendo com que tenhamos que tirar nossas próprias conclusões sobre o que aconteceu com Amanda e David. Sendo assim, não é uma obra que vá agradar todo leitor, mas eu gostei.

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 Sobre a parte visual: a capa tem uma textura quase aveludada, acho que se chama soft-touch, as folhas são amareladas e porosas; na diagramação, as letras, margens e espaçamento são grandes, e não me lembro de ter encontrado erros de revisão.

 Detalhes: 144 páginas, ISBN-13: 9788501107480, Skoob. Onde comprar online: SubmarinoSaraiva.

 Enfim, essas são minha considerações sobre "Distância de resgate", espero que vocês tenham gostado da resenha. Me contem: já conheciam o livro ou a autora?

Até o próximo post!

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segunda-feira, 23 de maio de 2016

Resenha: livro "Cranford", Elizabeth Gaskell

 Olá pessoal, tudo bem? O livro da resenha de hoje é "Cranford", escrito pela inglesa Elizabeth Gaskell, publicado originalmente em 1853 e lançado no Brasil em 2016 pela Pedrazul Editora.

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 O livro é narrado por Mary Smith, uma mulher que sempre vai até a cidade vizinha, Cranford, para visitar suas amigas. Cranford é uma pequena e pacata cidade onde as mulheres são a maioria nas classes "superiores", há sim homens na classe trabalhadora, mas na alta-sociedade, só há solteironas ou viúvas, que se esforçam para viver com dignidade com os poucos recursos que tem, conservando regras de etiqueta como não fazer visitas (com um tempo de duração estipulado previamente) antes do meio-dia.

 "A morte era real e tão comum quanto à pobreza; mesmo assim as pessoas nunca falavam disso em voz alta nas ruas. Esta não era uma palavra para ser mencionada a ouvidos refinados. Possuíamos um acordo implícito para ignorar o fato de que qualquer membro do nosso círculo fosse impedido de fazer qualquer coisa que desejasse. Se íamos ou voltávamos andando de uma festa, era por que a noite estava tão agradável, não por que as liteiras eram muito caras. Se usávamos vestidos estampados, em vez das sedas leves de verão, era por que preferíamos tecidos que pudessem ser lavados; e assim por diante, ao ponto de fecharmos os olhos para o simples fato de que éramos, todas nós, pessoas de recursos muito moderados. É claro que, por isso, não sabíamos o que fazer com um homem que era capaz de falar sobre a pobreza como se ela não fosse uma desgraça. Mesmo assim, de algum modo, o Capitão Brown acabou por conquistar uma posição de respeito em Cranford, e era convidado para tudo, apesar de todas as resoluções contrárias." (página 12)

 Até que se muda para a cidade o Capitão Brown com suas duas filhas solteironas, e ele chega ignorando todas as regras de boas maneiras, deixando as senhoras de Cranford abismadas com sua falta de modos! Mas aos poucos, ele vai se redimindo aos olhos delas, conforme vão se conhecendo, embora sua relação com Miss Jenkyns seja marcada por desavenças literárias. E essa é só o primeiro de muitos fatos novos que acontecerão na cidade e eu não me conformo com o que a autora fez com o Capitão Brown!.

 "Miss Jenkyns usava plastrão e uma touca que parecia com um chapéu de jóquei, e no geral tinha a aparência de uma mulher independente; apesar de desprezar o conceito moderno de que as mulheres eram iguais aos homens. Iguais, até parece! Ela sabia que elas eram superiores." (página 24)

 A história começa de mansinho, com uma narrativa leve e bem humorada, e conforme os capítulos foram se passando é que fui percebendo do que ela realmente falava. Debaixo daquela carcaça de aristocratas falidas que Miss Jenkyns e sua irmã Miss Matty, Miss Pole e as demais amigas de Mary ostentavam, na verdade estavam mulheres incríveis, boas amigas. É sobre amizade que o livro fala, amizades que ultrapassam limites de classes sociais, amizades que se mostram em gestos, em companhia.

 É difícil fazer essa resenha, tenho que me controlar para não falar demais, pois gostaria que vocês também tivessem a oportunidade de se surpreender e se encantar durante a leitura como eu me surpreendi. Eu não imaginava que "um retrato dos moradores de uma cidade interiorana inglesa em meados do século XX" ou histórias de um grupo de senhoras e suas festas e reuniões pudesse me emocionar como me emocionou. Preciso comentar sobre uma personagem (cujo nome não vou revelar) que se destaca por sua bondade, ela é insegura sim, pois pensa demais nos outros, e já pagou um alto preço por isso, mas é impossível não se compadecer e ter o coração amolecido por ela, que também sabe mostrar firmeza quando necessário.

 Quando vemos a data em que a obra foi escrita, talvez imaginemos se tratar de um texto antiquado ou cansativo, mas é justamente o contrário! Creio que a tradutora Silvia M. C. Rezende também tenha seu mérito nesse quesito. É uma leitura deliciosa e divertida, super fluida e cativante, a escolha da personagem Mary como narradora, trazendo um olhar de fora, fez toda a diferença! E a Mary tem um papel importantíssimo na trama, fazendo com que a história aconteça, interferindo na vida das amigas quando necessário.

 "Nunca, até então, imaginei o quão triste era o trabalho de ler cartas antigas, apesar de não saber direito o motivo. As cartas eram tão alegres quanto uma carta poderia ter, pelo menos as primeiras. Havia nelas algo de atual, vívido e intenso, que parecia tão forte e pleno, como se jamais pudessem se tornar ultrapassadas, como se aqueles corações cheios de vida que se expressavam nunca pudessem morrer e virar pó." (página 63)
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A editora tem tanto carinho com os leitores, que dedica seus livros especialmente a alguns deles ♥!
 Sobre a edição da Pedrazul: foi a primeira obra da editora que tive em mãos e fiquei impressionada com o bom trabalho da editora. A capa traz duas pinturas, é bonita e brilhante. As páginas são amareladas e lisas, a diagramação traz margens, espaçamento e diagramação de bom tamanho, há poucos erros de revisão. Há algumas notas de rodapé para ajudar na compreensão de algumas informações. E ainda tem ilustrações, muito bonitas e significativas, assinadas por Hugh Thomson e H. M. Brock, que tornaram a obra ainda mais encantadora (encontrei um post interessante sobre as ilustrações no blog Escritoras Inglesas, é só clicar aqui para ler).

 Fica a minha indicação de leitura. Leiam "Cranford"! É um tipo de obra que pode agradar qualquer tipo de leitor (olha aí a dica para presentear os amigos), os que procuram leituras rápidas, leves e divertidas mas que também emocionam, os que já tem o hábito de ler livros que se passem em outras épocas e os que ainda não tem. Ah, se eu fosse compará-lo com algum outro livro que já li, citaria "O Clube do Biscoito" da Ann Pearlman, que também fala sobre amizade, mas "Cranford" ainda é meu preferido.

 Obrigada, Pedrazul, por trazer "Cranford" para o Brasil!

 Detalhes: 216 páginas, ISBN: 978-85-66549-28-7, Skoobacompanhe a editora no Facebook. Onde comprar online: loja da editoraSubmarino.

 Por hoje é só, espero que tenham gostado da resenha. Me contem: já conheciam a obra ou a autora?


Até o próximo post!

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Resenha: livro "A Deusa de Anília e outras histórias", Cláudia Miqueloti

 Olá pessoal, tudo bem? O livro da resenha de hoje é "A Deusa de Anília e outras histórias", escrito pela Cláudia Miqueloti e publicado em 2015 pela Litteris Editora.

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 Eu já conhecia a Cláudia de um grupo que participamos no Skoob, já havia lido alguns textos escritos por ela em blogs, e quando surgiu a oportunidade de ler seu livro (que já me encantou pela capa), eu fui correndo aproveitar! A obra traz cinco histórias de fantasia (ou ficção fantástica, como preferir).

 A primeira dá nome à obra e é a maior de todas, tem por volta de 70 páginas, sendo dividida em capítulos. Fala sobre Krisna, uma mulher de inconfundíveis olhos e cabelos azuis. Ela é a responsável por proteger a ilha de Anília e seu moradores, região que está sofrendo com acontecimentos estranhos, entre eles o ressurgimento de um dragão. Caberá a Krisna tentar descobrir o que está causando tantos transtornos ao seu povo. Talvez, ela possa contar com a ajuda de Negro, um forasteiro que apareceu em suas terras.

 Creio que a história teria até potencial para se tornar um livro solo, podendo ser desenvolvida com mais detalhes e com algumas partes acontecendo mais lentamente, já que a premissa é interessantíssima.

 "- Sou Krisna, a deusa de Anília. Obrigada por me salvar. Diga seu nome para que eu possa recompensá-lo.
 Sua última frase pareceu aborrecê-lo, pois interrompeu seus cuidados para com ela, levantando-se. Por um instante, Krisna pensou que ele fosse embora, mas se enganara novamente.
 - Não estou atrás de recompensas, Senhora - disse após uma leve mesura. Eu a salvei sim, mas é só. Pode me chamar de Negro - disse ele passando as mãos nos cabelos, um gesto que Krisna reconheceu como nervosismo." (página 30)

 A segunda história, "A maldição de Gohran", também traz um dragão como personagem. Um dragão que amaldiçoou a cidade de Manarga, e um grupo de moradores foi escolhido para ir até o esconderijo do dragão e tentar fazer com que ele parasse de destruir a Manraga, entre eles estava um clérigo, que guardava um segredo surpreendente e que talvez pudesse ser útil em sua empreitada.

 "Mielim e a harpa encantada" nos apresenta o jovem elfo Mielim, que ansiava por aventuras, e acabou vivendo uma quando a harpa encantada que protegia seu povoado foi roubada. Seu pai não permitiu que ele fosse junto com os outros buscadores, mas Mielim teve sonhos em que pistas para resgatar a harpa foram dadas, e ele partiu em busca do artefato. Quem seria o ladrão? Foi algo que eu não imaginava!

 "(...) a aventura que ele tanto desejava estava indo ao seu encontro, como se ouvisse os pedidos de seu coração." (página 99)

 Em "O inferno de Razhenda" também temos um grupo em busca de algo, no caso, em busca da princesa que foi raptada por Cormedhor, um ser que antes se fazia de amigo do rei, mas tinha interesses escusos. Cormedhor estava fazendo experiências cruéis, de forma que o grupo também tinha a tarefa de detê-lo. Do grupo fazia parte um andarilho, causando suspeitas nos outros membros, mas que mostraria o seu valor ao longo da jornada.

 "Os finais felizes não são aqueles que importam..." (página 115)

 "Tremaría e o gigante da montanha de gelo", última história do livro, traz um grupo de aventureiros que se arrisca em território desconhecido, e consegue trabalho numa missão para descobrir e destruir o que está aterrorizando os viajantes que precisam cruzar a Montanha do Vento Cortante. Uma missão onde terão que abrir mão de muitas coisas, se quiserem chegar ao final.

 "- O que será que tem lá embaixo? - perguntou Sáfio.
 - É melhor não sabermos - respondeu Jocelyn." (página 175)

 Num geral, eu gostei do livro. Os personagens são muito interessantes e bem construídos, de forma que em momento algum parecia que era a Cláudia que estava falando, e sim os próprios personagens contanto pelo que eles estavam passando, eles tem voz própria! As boas descrições dos cenários também contribuíram para que eu embarcasse nas histórias.

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 Sobre a parte visual: pelas imagens que eu havia visto na internet as cores me pareciam mais vivas, mas ao ter o livro em mãos eu continuei achando a capa extremamente linda, e ela tem tudo a ver com o tema do livro. As margens, letras e espaçamento tem bom tamanho. As páginas são brancas e há poucos erros de revisão.

 Enfim, fica a sugestão para quem procura uma leitura rápida, para ser feita toda de uma vez ou aos poucos, uma obra com elementos clássicos do gênero, com potencial para agradar tanto os leitores mais novinhos quanto os mais adultos.

 Detalhes: 184 páginas, ISBN-13: 9788537402818, Skoob, leia um trecho no Wattpadpágina no Facebookblog. Onde comprar online: loja da editora ou direto com a autora.

 Por hoje é só, espero que vocês tenham gostado da resenha de hoje. Alguém aí já conhecia "A Deusa de Anília e outras histórias"? Cláudia, obrigada pelo empréstimo do livro!


Até o próximo post!

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